E logo à noite é certo que o Benfica vai recuperar o 2º lugar (independentemente do tema que estou a escrever vai haver sempre uma referência ao Benfica ou ao ΠΑΟ... pelo menos qualquer coisa relacionada com futebol!)
domingo, 16 de março de 2008
Droméas
segunda-feira, 10 de março de 2008
DERBY!
No mesmo dia em que se jogou o Sporting vs. Benfica realizou-se aqui em Atenas, umas horas antes, o AEK vs. Panathinaikos (precisamente o equivalente do Sporting vs. Benfica). O resultado foi o mesmo que em Lisboa: um empate a um golo com sabor a vitória para os visitantes. O ΠΑΟ está mais perto do título e talvez seja desta que o José Peseiro ganha realmente alguma coisa.
Fui com um colega da empresa fixolas, embora adepto do AEK, que tem ar de mau mas não faz mal a ninguém – se fosse um cão seria certamente um bulldog.
O estádio OAKA foi desenhado pelo arquitecto Calatrava e é realmente bonito. É grande em largura e não em altura, portanto não é o ideal para jogos de futebol. Mesmo assim, o ambiente esteve razoável com mais de 40.000 espectadores (meia casa). Adeptos do ΠΑΟ só um e infiltrado: eu. A verdade é que é perigoso e, mais do que isso, proibido a entrada de adeptos rivais. São completamente obcecados pela segurança. Uma pena. Um claro exemplo em que em nome da segurança se limita a liberdade. Estava com o cachecol do Benfica e, como o AEK leva com todos os nossos rejeitados, imagino que me consideraram amigável. A verdade é que também mantive uma posição diplomática durante todo o jogo.
O momento alto foi o golo do Postiga com 10 minutos para acabar o jogo que, literalmente, silenciou o estádio. Eu já estava preparado para saltar e gritar golo, quando o meu amigo me pôs a mão no ombro e discretamente bateu com o indicador na temporã. Houve alguns gajos que estavam a topar que começaram a querer confusão mas lá se resolveu tudo porque eu era português e o Postiga também… blábláblá. O problema é que estes tipos são mesmo doidos e pessoas morrem por causa destas coisas. Não que a situação tivesse sido muito grave, mas imagino que se estivesse sozinho pudesse ter sido pior…
Entretanto, ontem, o Manucho estreou-se com um golo na vitória caseira do ΠΑΟ frente ao Larissa. A vantagem é de apenas um ponto e todos os f-d-s são como finais mas, desde já, fica aqui registada a minha convicção de, no final, ir fazer a festa para a AVENIDA ALEXANDRAS com a minha camisola do centenário nº10 e o nome Γιάννης estampado nas costas:
INE HORTO MAGIKO (ΕΙΝΑΙ ΧΟΡΤΟ ΜΑΓΙΚΟ) FERTE MU LIGO GIA NA PIO (ΦΕΡΤΕ ΜΟΥ ΛΙΓΟ ΓΙΑ ΝΑ ΠΙΩ) TON PAO MU NA ONIREFTO (ΤΟΝ ΠΑΟ ΜΟΥ ΝΑ ΟΝΕΙΡΕΥΤΩ) KE NA FONAKSO STO THEO (ΚΑΙ ΝΑ ΦΩΝΑΞΩ ΣΤΟ ΘΕΟ) PANATHA MU SE AGAPO (ΠΑΝΑΘΑ ΜΟΥ ΣΕ ΑΓΑΠΩ) SAN IROINI SAN SKLIRO NARKOTIKO (ΣΑΝ ΗΡΩΪΝΗ ΣΑΝ ΣΚΛΗΡΟ ΝΑΡΚΩΤΙΚΟ) SAN TO RASIS TO LSD (ΣΑΝ ΤΟ ΧΑΣHΣ ΤΟ LSD) GIA SENA PAO MASTURONI OLI I GI (ΓΙΑ ΣΕΝΑ ΠΑΟ ΜΑΣΤΟΥΡΩΝΕΙ ΟΛΗ) PANATHA MU SE AGAPO (ΠΑΝΑΘΑ ΜΟΥ ΣΕ ΑΓΑΠΩ)
Fui com um colega da empresa fixolas, embora adepto do AEK, que tem ar de mau mas não faz mal a ninguém – se fosse um cão seria certamente um bulldog.
O estádio OAKA foi desenhado pelo arquitecto Calatrava e é realmente bonito. É grande em largura e não em altura, portanto não é o ideal para jogos de futebol. Mesmo assim, o ambiente esteve razoável com mais de 40.000 espectadores (meia casa). Adeptos do ΠΑΟ só um e infiltrado: eu. A verdade é que é perigoso e, mais do que isso, proibido a entrada de adeptos rivais. São completamente obcecados pela segurança. Uma pena. Um claro exemplo em que em nome da segurança se limita a liberdade. Estava com o cachecol do Benfica e, como o AEK leva com todos os nossos rejeitados, imagino que me consideraram amigável. A verdade é que também mantive uma posição diplomática durante todo o jogo.
O momento alto foi o golo do Postiga com 10 minutos para acabar o jogo que, literalmente, silenciou o estádio. Eu já estava preparado para saltar e gritar golo, quando o meu amigo me pôs a mão no ombro e discretamente bateu com o indicador na temporã. Houve alguns gajos que estavam a topar que começaram a querer confusão mas lá se resolveu tudo porque eu era português e o Postiga também… blábláblá. O problema é que estes tipos são mesmo doidos e pessoas morrem por causa destas coisas. Não que a situação tivesse sido muito grave, mas imagino que se estivesse sozinho pudesse ter sido pior…
Entretanto, ontem, o Manucho estreou-se com um golo na vitória caseira do ΠΑΟ frente ao Larissa. A vantagem é de apenas um ponto e todos os f-d-s são como finais mas, desde já, fica aqui registada a minha convicção de, no final, ir fazer a festa para a AVENIDA ALEXANDRAS com a minha camisola do centenário nº10 e o nome Γιάννης estampado nas costas:
INE HORTO MAGIKO (ΕΙΝΑΙ ΧΟΡΤΟ ΜΑΓΙΚΟ) FERTE MU LIGO GIA NA PIO (ΦΕΡΤΕ ΜΟΥ ΛΙΓΟ ΓΙΑ ΝΑ ΠΙΩ) TON PAO MU NA ONIREFTO (ΤΟΝ ΠΑΟ ΜΟΥ ΝΑ ΟΝΕΙΡΕΥΤΩ) KE NA FONAKSO STO THEO (ΚΑΙ ΝΑ ΦΩΝΑΞΩ ΣΤΟ ΘΕΟ) PANATHA MU SE AGAPO (ΠΑΝΑΘΑ ΜΟΥ ΣΕ ΑΓΑΠΩ) SAN IROINI SAN SKLIRO NARKOTIKO (ΣΑΝ ΗΡΩΪΝΗ ΣΑΝ ΣΚΛΗΡΟ ΝΑΡΚΩΤΙΚΟ) SAN TO RASIS TO LSD (ΣΑΝ ΤΟ ΧΑΣHΣ ΤΟ LSD) GIA SENA PAO MASTURONI OLI I GI (ΓΙΑ ΣΕΝΑ ΠΑΟ ΜΑΣΤΟΥΡΩΝΕΙ ΟΛΗ) PANATHA MU SE AGAPO (ΠΑΝΑΘΑ ΜΟΥ ΣΕ ΑΓΑΠΩ)
domingo, 9 de março de 2008
My big fat greek wedding
O título deste texto é parcialmente enganador. O casamento não foi meu, não foi grande nem gordo, mas foi um casamento grego.
Tinha no imaginário que os casamentos gregos duravam vários dias; partiam copos e pratos, comiam quantidades astronómicas de comida e dançavam a música do Zorba “o Grego” on loop.
Pelo menos ao casamento a que fui convidado não se passou nada disto. Para começar, o casamento foi às 21.00 e prolongou-se durante a noite. É verdade que a cerimónia religiosa em grego clássico tinha um certo ar de misticismo, mas foi super rápida (uns 30 minutos) e praticamente igual às cerimónias religiosas católicas.
O copo de água foi em Glyfada, a Cascais de Atenas, numa espécie de sala de conferências gigante de um hotel. À partida a coisa prometia, porque aquilo tinha pinta de ser uma coisa de nível, mas comecei a desconfiar quando os noivos chegaram, dançaram uma música ao som da Celine Dion e cortaram o bolo. Para mim quando se corta o bolo é sinal de que o casamento está a chegar ao fim e quando ouço músicas da Celine Dion é disso mesmo que estou à espera. Infelizmente, muitas mais músicas da Célina se seguiram… de tal modo que me dei por contente quando passaram à parte da música grega “para dançar numa rodinha”. Obviamente que “dançar numa rodinha” só se dança o vira, então, foi isso que fiz… e é com um certo orgulho que transmito o sucesso do vira entre os bailarinos de casamentos gregos (principalmente aqueles que tinham garrafas de ouzo nas mesas).
Mas a maior decepção foi mesmo a pouca quantidade de comida existente e o facto de ser self-service. Toda a gente sabe que o único motivo de interesse num casamento é tentar recuperar o dinheiro da prenda em quantidade de comida enfardada (eu estava em jejum e preparadíssimo). Não quis acreditar quando as centenas de empregados abriram as marmitas, ficaram tipo sentinelas ao lado da comida, e os convidados se começaram a levantar ordeiramente com o prato na mão para se irem servir.
“ - Ò Meus amigos, isto assim não bate a boca com a perdigota”, não disse mas pensei. De onde eu venho isto não é nada assim. Ainda pensei em pedir reembolso mas, entretanto, começou a dar a música do Zorba e tive que ir dançar o vira.
Tinha no imaginário que os casamentos gregos duravam vários dias; partiam copos e pratos, comiam quantidades astronómicas de comida e dançavam a música do Zorba “o Grego” on loop.
Pelo menos ao casamento a que fui convidado não se passou nada disto. Para começar, o casamento foi às 21.00 e prolongou-se durante a noite. É verdade que a cerimónia religiosa em grego clássico tinha um certo ar de misticismo, mas foi super rápida (uns 30 minutos) e praticamente igual às cerimónias religiosas católicas.
O copo de água foi em Glyfada, a Cascais de Atenas, numa espécie de sala de conferências gigante de um hotel. À partida a coisa prometia, porque aquilo tinha pinta de ser uma coisa de nível, mas comecei a desconfiar quando os noivos chegaram, dançaram uma música ao som da Celine Dion e cortaram o bolo. Para mim quando se corta o bolo é sinal de que o casamento está a chegar ao fim e quando ouço músicas da Celine Dion é disso mesmo que estou à espera. Infelizmente, muitas mais músicas da Célina se seguiram… de tal modo que me dei por contente quando passaram à parte da música grega “para dançar numa rodinha”. Obviamente que “dançar numa rodinha” só se dança o vira, então, foi isso que fiz… e é com um certo orgulho que transmito o sucesso do vira entre os bailarinos de casamentos gregos (principalmente aqueles que tinham garrafas de ouzo nas mesas).
Mas a maior decepção foi mesmo a pouca quantidade de comida existente e o facto de ser self-service. Toda a gente sabe que o único motivo de interesse num casamento é tentar recuperar o dinheiro da prenda em quantidade de comida enfardada (eu estava em jejum e preparadíssimo). Não quis acreditar quando as centenas de empregados abriram as marmitas, ficaram tipo sentinelas ao lado da comida, e os convidados se começaram a levantar ordeiramente com o prato na mão para se irem servir.
“ - Ò Meus amigos, isto assim não bate a boca com a perdigota”, não disse mas pensei. De onde eu venho isto não é nada assim. Ainda pensei em pedir reembolso mas, entretanto, começou a dar a música do Zorba e tive que ir dançar o vira.
Carnaval
Mesmo quando era mais pequeno, nunca liguei muito ao Carnaval. Gostava das mega guerras de balões de água que se faziam no meu bairro, mas apenas porque era uma boa desculpa para me sujar, correr e andar à porrada. Preferia andar a jogar à bola e imitar as jogadas do Maradona ou do Cantona, que eram outras formas muito mais interessantes de fantasia.
Lembro-me de me ter mascarado apenas num ano. Tenho a certeza que nos outros anos também me mascarei de Zorro, de Homem-Aranha, de Super-Homem ou qualquer outra coisa desse tipo, mas esta é a única máscara de que realmente me lembro de tão ridícula e despropositada que era. Devia ter uns 7 ou 8 anos e foi uma vizinha, de quem gosto muito, que teve a infeliz ideia. Lembro-me de pormenores, engraçados para mim mas aborrecidos para qualquer outra pessoa, então, imagino que esta tenha sido uma experiência formativa bastante importante.
É bem possível que eu tenha sido a única criança de 7 ou 8 anos do Mundo, em toda a história da Humanidade, a ser mascarada de Elton John.
É talvez por isso que agora, subconscientemente, o Carnaval me pareça sempre uma coisa ridícula e despropositada. Obviamente que, com 7 ou 8 anos, não fazia a mínima ideia de quem era o Elton John e, na minha típica aproximação monomaníaca às coisas, o mais provável seria não perceber qual o drama em estar mascarado de cantor homossexual adulto, mesmo que me explicassem (com 7 ou 8 anos o meu único drama era conseguir dar 20 toques numa bola de futebol sem ela cair no chão).
A verdade é que, por ser bastante tolerante, há poucas coisas que me entusiasmam verdadeiramente.
Agora na Grécia continuo a não ligar muito ao Carnaval, o que não me impede de gostar das festas de Carnaval a que vou e de ver a reacção das pessoas ao dizer que estou mascarado de Hélio Mandraki Fischer von Erlach Péricles. Antes isso do que de Elton John.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
IZMIR: Depender da Bondade de Estranhos
Mas mais importante do que o nome é o seu significado e mais importante ainda é a sua aplicação prática. Apenas como conceito não é nada. Na realidade o Karma pode ser aquilo que bem entendermos, o que lhe confere um poder enorme que me agrada. Imagino que nas mãos de alguém malvado como Hitler tenha sido uma coisa terrível mas para alguém que apenas se quer divertir espera-se que seja uma coisa mesmo muito boa. É por isso que não vou explicar o significado da palavra Karma mas, sim, dar um exemplo prático.
Esta é a história da minha viagem a Izmir (Turquia) e, como todas as histórias, muito daquilo que vou escrever não aconteceu e muito daquilo que aconteceu não vou escrever. Aviso, desde já, que algumas coisas não fazem sentido mas esta história é mesmo assim...
O Karma já se havia manifestado antes nesta viagem, em pequenos e subtis pormenores, mas tornou-se um companheiro, fisicamente presente, na viagem de autocarro entre Cesme e Izmir.
Então, o Ramtrinkinssivandslismkironic Parvalhoti Palhaçoti Papadopoulos estava neste autocarro com o cabelo cheio de papéis humedecidos que alguém lhe estava a soprar por uma palhinha. Não sei se o Karma achou que não era castigo suficiente ou se aquilo o estava a incomodar mas ele começou a ficar agitado e toda a gente apercebeu-se que ele era grego. Ser Grego na Turquia não é nada bom e ser um Grego chamado Ramtrinkinssivandslismkironic Parvalhoti Palhaçoti Papadopoulos é apenas uma desculpa para ser expulso do autocarro, à noite e no meio do nada. E foi isso que aconteceu, enquanto o Karma me dava uma palmada no ombro e piscava o olho.
Sinceramente, achei um espectáculo digno de ser visto, talvez um pouco melodramático demais para o meu gosto, mas, enfim, foi de borla.
Isso foi o que achei na altura porque agora compreendo que todos temos um pouco do Ramtrinkinssivandslismkironic Parvalhoti Palhaçoti Papadopoulos dentro de nós. E o Karma decidiu dar-me uma lição: no espaço de poucas horas, perdi-me dos meus amigos, fiquei sem telemóvel e sem dinheiro. A forma como tudo isto aconteceu é uma história dentro de outra hisória mas foi, claramente, o Karma a dizer-me “Toma lá que é para aprenderes ò Parvalhoti Palhaçoti”. Entretanto passaram-se anos, novos países surgiram e quando o Karma achou que já tinha sofrido o suficiente nas ruas frias de Izmir, experimentado a maldade das pessoas más e quando já ponderava a hipótese de me juntar às “crianças suicidas” eis que surge a bondade dos estranhos. Precisa de fazer um telefonema? Não há problema, use o meu telemóvel. Precisa de ir até este local no outro lado da cidade? Eu levo-o.
Então, de regresso a Atenas, fiz 80 km nas estradas da Turquia em 2 minutos, fui o último a entrar num barco que voava e quando cheguei a Atenas estava a nevar e o ano era novamente o de 2008.
O Karma é uma coisa engraçada, mas o que é o Karma? Não é nada e é tudo ao mesmo tempo. Tem muitos nomes e formas. É a tua vida e aquilo que decides fazer dela. Não é uma filosofia que decides seguir, porque a vida não acontece assim. Não acordas um dia de manhã e pensas: “Agora, vai acontecer!”. As coisas acontecem e pronto. É ser melhor todos os dias, “ser eu mesmo mas não ser sempre o mesmo” e é apenas isso.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Observando as Estrelas da SuperLeague Ηελλαδα
Terceira escolha da selecção croata e, actualmente, titular do ΠΑΟ. Faz da estampa fisica, posicionamento e concentração as suas principais características. Tem um estilo sóbrio e não costuma comprometer. Já não é novo (31 anos) mas não o conhecia antes de vir para Atenas (fez carreira em clubes croatas de média dimensão). Foi uma agradável surpresa.
Internacional Sueco. Costuma jogar a lateral direito mas é bastante polivalente e também pode jogar no centro da defesa e no meio-campo. É forte fisicamente e no corte. Procura muitas vezes o choque e o contacto fisico. Normalmente não arrisca nas subidas mas é muito certinho no passe curto. É fundamentalmente um jogador de equipa.
Goumas. Capitão de equipa. 32 anos. Carismático. Formado nas escolas do ΠΑΟ e desde 1994 na equipa principal incorpora a mística do Horto Magiko. É duro no corte, bom na marcação e no jogo aéreo. Marca bastantes golos para um defesa central e é um habitué da selecção grega.
3. Γιόσου Σαριέγκι
Basco. Outro jogador que nunca tinha visto jogar. É contratação para este ano e, pessoalmente, acho que é o melhor parceiro para o Goumas no centro da defesa. A alternativa é o Nasief Morris, o outro central de raíz do plantel. Tem 1.90 mas é demasiado leve para a altura que tem. É o tipo de central que joga na antecipação e gosta de sair com a bola controlada. Tem um estilo parecido ao do sul africano Morris, mas comete menos erros infantis.
Com 24 anos é considerado o melhor lateral esquerdo grego. Esteve suspenso 2 anos por um controle anti doping positivo que mais tarde se atribuiu a "causas naturais". Foi transferido do Panionios em Janeiro e tem tudo para fazer uma grande carreira no ΠΑΟ e na selecção grega. Vejam-no no EURO 2008.
4. Μαρσέλο Μάτος
Falou-se no interesse do Benfica neste cabeça de área brasileiro quando ainda jogava no Corinthians e do que tenho visto aqui não teria sido uma má contratação. Não é um ladrão de bolas puro mas faz circular muito jogo e é inteligente a jogar. Controla bem os ritmos de jogo e raramente perde uma bola ou faz um mau passe. É titular indiscútivel do ΠΑΟ e fala-se numa grande equipa Inglesa para a próxima época... Manchester Utd.
Grande jogador e grande símbolo do clube. Formado nas escolas do clube é um dos preferidos dos adeptos. Em muitos sentidos é o Rui Costa do ΠΑΟ.
Outro jogador do ΠΑΟ sobre o qual o Benfica manifestou interesse no passado. Rato atómico. Rápido e goleador. É mestre nas diagonais sem bola e a bater a armadilha do fora de jogo. Internacional grego.
Nome de guerra: Eki. Argentino. Nº10 (que eu poria a jogar do lado esquerdo no lugar do Ivanschitz). Craque: técnica, visão de jogo e picardia fazem-no (a par do Karagounis e Salpingidis) o favorito dos exigentes adeptos do ΠΑΟ. Muito por culpa de lesões passou ao lado de uma grande carreira.
É um jogador altamente irregular que veio para o ΠΑΟ na esperança de ir ao EURO 2008. Espero que o faça porque é sinal de que ajudou o Horto Magiko a sagrar-se campeão.
Ou simplesmente, Manucho. Passada larga, facilidade de remate e potência no cabeceamento é o avançado de quem se fala, e a pergunta impõe-se, onde é que andavam os olheiros do Benfica?
4x1x3x1x1
Treinador: João Luzio.
No banco teriamos;
Malarz, um GR polaco excêntrico e com mais queda para a comédia do que para o futebol;
Morris, como alternativa válida para o centro da defesa;
Vyntra e Fyssas como alternativas válidas para as laterais;
Simão, um moçambicano de 19 anos que tem jogado bastantes vezes e com alguns bons pormenores (é essencialmente um recuperador de bolas);
Tziolis, outra boa solução para o centro do meio-campo defensivo. Alto (1.90) e forte ganha muitas boas de cabeça nos pontapés de baliza adversários. Jovem (22 anos) está às portas da selecção grega mas primeiro terá que tornar-se indiscutível no Panathinaikos;
Ninis, um médio ala direito de 17 anos que é uma grande promessa (tem uma cláusula de 15M € !!!);
Ninis, um médio ala direito de 17 anos que é uma grande promessa (tem uma cláusula de 15M € !!!);
Seric, opção para todas as posições do lado esquerdo;
Ivanschitz, o "Beckham austríaco" só que esquerdino e com metade da qualidade. Quase sempre uma das primeiras escolhas do José Peseiro;
Dame N'Doye, ex-Académica de Coimbra tem sido quase sempre primeira escolha. Rápido e goleador, tanto pode jogar nas alas como sozinho lá na frente;
Papadopoulos, faz parte do núcleo duro de jogadores do ΠΑΟ. É um número 9 tradicional.
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